Retrospectiva dos Discos Nacionais de 2017 - #submundodosom

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Retrospectiva dos Discos Nacionais de 2017

2017 foi um ano importante para a produção musical brasileiro, vários discos de diversos segmentos foram lançados nesse ano, mesmo com o consumo cada vez mais frequente de serviços de transmissão, e com uma popularização (e gosto geral) dos clipes de singles, ou seja, uma canção que é lançada junto de vídeo clipe mas não pertence a nenhum álbum.

O Submundo do Som listou alguns dos lançamentos principais da nossa música em 2017. Obviamente esse texto não é abordar TODOS os lançamentos do ano, impossível, conseguem compilar 100% dos discos de 2017, pois muitos não chegam até o nosso devido (ou não) ou o hype de outros.

A ideia fazer uma espécie de "retrospectiva" dos lançamentos de 2017, sem entrar em um fundo nos álbuns, simplesmente citando-o, seguido de um breve comentário. Algumas discotecas, o Submundo do Som já resenhou, tal modo, sempre que possível, terá o link do review (seja do Submundo do Som, ou de algum parceiro que mandou bem na resenha), então se liga aí e confere:

A começar por alguns monstros consagrados da nossa música como Chico Buarque, que lançou seu trigésimo oitavo trabalho, em 25 de agosto , o "CARAVANAS" , pela gravadora carioca "Biscoito Fino". Os Paralamas do Sucesso também vieram com trabalho novo, o disco "SINAIS DO SIM ", décimo terceiro álbum de inéditas do trio. A Nação Zumbi nos presenteou em 2017 com um disco de releituras, intitulado "RADIOLA NZ, VOL 1", com interpretações de clássicos como "Refazenda" de Gil, e nos deixa ansiosos para o "vol 2". O poeta GOG veio com décimo primeiro trampo, o belíssimo (e muito loko) "MUMM-RA HIGH TECH", Com beats contemporâneos eo discurso essencial do mestre GeoGe. Clique aqui para conferir comentário da discoteca "Mumm-Ra High Tech".

Em 2017 tivemos, também, o retorno de muita gente da hora, como o RZO , um Rapaziada da Zona Oeste retorno com o excelente disco "QUEM TA NO JOGO". Clique aqui para conferir o comentário do álbum "Quem Tá No Jogo"

Outra volta importante foi do Pavilhão 9, com nova formação, mas mantendo um pega e peso do P9 com o álbum "ANTES DURANTE DEPOIS". Clique aqui para conferir o comentário do disco "Antes Durante Depois".
Thaide é a volta de quem no foi, sempre manteve sua carreira ativa, sem essa de dar um tempo, mas em 2017 apareceu com trampo novo, o disco "VAMO QUE VAMO QUE O SOM NÃO PODE PARAR", disco que faz homenagem ao Hip É parte das participações do peso. Clique aqui para conferir o comentário da disco "Vamo Que Vamo Que O Som Não Pode Parar".

DJ Hum em um trabalho de muita pesquisa, lançado o "DJ HUM E O EXPRESSO DO GROOVE", uma verdadeira homenagem aos bailes dos anos 70. Sistema Negro também apresentamos um álbum em 2017, marcando o retorno do grupo de Campinas, com o disco "ATIVIDADE" marcando o retorno das mãos aos negócios.
E os Lançamentos não pararam nesse ano, tivemos uma conclusão do Trabalho (e sonho) fazer Marcelo Yuka com o disco “CANÇÕES PARA DEPOIS DO ÓDIO” que chegou pesado em 06 de janeiro e trouxe participações de nomes como Céu, Cibelle, Seu Jorge , Black Alien e Bukassa Kabengele.
Tulipa Ruz chegou com o álbum "TU", seu quarto trampo, lançado em novembro, de forma independente, e produzido pelo Gustavo Ruiz e o francês Stéphane San Juan. O carismático Otto, lançou "OTTOMATOPEIA", em julho, sexto discoteca da mão, que traz uma mescla de rock e brega e muito romantismo.

Boogarins nos trouxe o disco "LÁ VEM A MORTE" em sete de junho, um álbum de rock psicodélico e experimental que fez ecoar a música de Goiânia. O Sepultura lançou o "MACHINE MASSIAH", décimo quarto disco dos caras, é que trás uma mensagem da robotização da sociedade.
Rincon Sapiência veio com o álbum elogiadíssimo "GALANGA LIVRE", falando com como massas e elevando a dura luta contra o racismo e auto afirmação dos negros. Clique aqui para conferir o comentário da disco "Galanga Livre".

Olha essa galera: Emicida, Rael, Valete e Capicua, se juntaram, num trabalho que é Brasil e Portugal e "LÍNGUA FRANCA" mostrando o idioma e o rap que aproxima os dois países.

Criolo inovou em 2017, lançou a discoteca "ESPIRAL DE ILUSÃO", um registro de samba, de ponta a ponta do álbum, comprovando sua versatilidade já mostrada em seus trabalhos mais antigos. Clique aqui para conferir o comentário da discoteca "Espiral de Ilusão".

Ogi, o vovô e mestre do fluxo lançado EP "PÉS NO CHÃO", com belíssimas faixas, que trazem sua nova visão do mundo após o nascimento de seu filho e os problemas do país, do que o insista em assombra-lo. Clique aqui para conferir o comentário da discoteca "Pé No Chão".
Teve também o coletivo Rimas e Melodias , formado por Mayra Maldijan , Tatiana Bispo, Drik Barbosa, Karol de Souza, Stefanie ,Tássia Reis e Alt Niss, assim mesmo, um grupo de mina que vai do rap ou R & B com muitas "RIMAS E MELODIAS". Flora Matos chegou com "ELETROCARDIOGRAMA" trabalho contemporâneo que firma todo o talento da cantora. O álbum foi lançado em 07 de setembro. 
Em 2017 uma rapaziada nova, que já havia aparecido com um som ou uma participação em chyper, você pode falar com suas discotecas, que elevaram o hype:

Djonga com "HERESIA", com capa inspirada no "Clube da Esquina" do Lote Borges e Milton Nascimento, fez uma galera pirar. Assim como os discos "REGINA" do nILL , que homenageia sua falecida mãe, o "ESÚ" do Baco Exu do Blues, que flutua entre a divindade e o homem, o "ROTEIRO PARA AINOUZ", o terceiro álbum da música de Don L, os favoritos dos fãs da nova geração.
Marcelo Marcelino, o trovador de Brasília, lançou seu álbum "MARCELO MARCELINO" em 2017, recheado de poesia e belíssimas canções, com temas atuais e engajadas, um lindo disco de rock n'roll. Clique aqui para conferir o comentário da disco "Marcelo Marcelino". Também tivemos o Curumin e sua pluralidade musical com o disco "BOCA" e o ex-Titãs Paulo Miklos com sua estreia na carreira solo "AGENDE MORA NO AGORA".
Coruja BC1 , junto com o beatmaker Skeeter colocaram na rua o "NDDN", lançado pelo selo Lab Fantasma, de Emicida e seu irmão Fióti. Confira aqui o review do disco "NDDN".
Então esse foi um resumo, e uma relembrada, de alguns dos discos lançados esse ano. 2017 foi incrível quanto a produção e lançamento de materiais, muitos trabalhos bons, alguns até com aquela "carinha" de clássico, mas isso é o tempo podendo ser tempo, enquanto isso bora, escute um som!

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