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sexta-feira, 19 de junho de 2020

Face da Morte | Grupo Libera Documentário Histórico

DJ Viola, Aliado G e Mano Ed

O Face da Morte disponibilizou em seu canal no YouTube a integra do documentário sobre o grupo, resgatando um importante recorte de um período histórico para o rap nacional. O material é parte integrante do VHS do Face da Morte, lançado em 2002 junto com o disco Ao Vivo do FDM.

Com imagens do interior paulista, seja pelas ruas de Hortolândia, cidade natal do grupo, ou no palco em Limeira, onde o Face da Morte realizou o show que originou seu quinto álbum. Para essa icônica apresentação, Aliado G, Mano Ed e o DJ Viola ganharam a companhia de uma banda para dar peso a performance do grupo, somaram-se a Quadrilha de Morte o guitarrista Caio, que também tocou bongo junto da vocal Adriana, o baixista Denis, o bateria Lucas, e o tecladista Feijão.

O show ainda contou com a participação, mais que especial, de Douglas, do grupo Realidade Cruel, para o clássico “Tático Cinza” e o rapper GOG, o poeta do rap nacional, nas faixas “Fazendo Escola” e “Televisão”.

A equipe técnica que trampo para a idealização desse registro foi composta pelos câmeras Fábio Campos, André Barichello e Amauri Giorgi, a edição ficou a encargo de Felipe de Mattos e o áudio por Matheus. A mixagem é de Aliado G junto de Paulo Evans (o Evangelista), músico e responsável pela mixagem dos trabalhos anteriores do grupo. A produção geral é assinada pelo Face da Morte Produções, e conta com um trabalho de família: Walter, o pai, dona Nice a mãe, e Érica a irmã de Mano Ed e Erlei, o Aliado G, deram uma força assim como os amigos Valério e Betão. A  distribuição foi feita pela RDS, parceira do selo do grupo naquele momento.

Confira o documentário:

Sobre o Face da Morte:

O grupo nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Hortolândia, em 1995, ano que também lançaram seu primeiro álbum, Meu Respeito Não Enrolo Numa Seda, que trouxe como sucessos as músicas “Carruagem da Morte” e “Quatro Manos”. Em 1998, o grupo lança seu segundo disco, o Quadrilha de Morte, de onde despontou a clássica “A Vingança”, um dos maiores sucessos do FDM. Em 1999 foi a vez de emplacarem os hits “Televisão”, “Bomba H” e “Tático Cinza” no álbum O Crime do Raciocínio. Em 2001 lançaram dois álbuns, o primeiro o mais político do grupo e um dos mais intensos do rap nacional, o Manifesto Popular Brasileiro, e o segundo em uma fusão com o grupo Realidade Cruel, resultando no Face Cruel, grupo que lançou o disco De Quem É A Culpa? Em 2002, o registro Ao Vivo, cantando os clássicos, e em 2004 o disco duplo Feito No Brasil, com destaque para a faixa título e “Mudar o Mundo”. Em 2007, nas comemorações de 12 Anos de Face da Morte, o grupo lança seu último álbum que leva como nome a idade do FDM, e ali nos apresentam os hits “Libertadores”, “Somos Maioria” e “48 Horas”.

Em 2010 o Face da Morte lança o single “1 de Nóis”, música que prega união e que diz que um individuo da periferia pode alcançar o máximo. Em 2015, em comemoração dos 20 do grupo, é lançado o single “Maloqueiro” com participação do rapper Robin e sample da música brasileira, como a capoeira, uma das marcas registradas do grupo.

Em 2018 o Face da Morte começou a se organizar para voltar a cena do rap nacional, realizando alguns shows pelo interior e capital de SP. Em 2020, criaram alguns quadros em seu canal no YouTube, como o “Origens”, onde falam como nasceram algumas músicas, e "O Crime do Raciocínio" um bate papo sobre assuntos contemporâneos.

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